[VINHETA] Você está ouvindo o POD+Seguros.
Uma série de podcasts da WTW, onde nós discutimos temas sobre seguros corporativos, gestão de riscos e outras novidades e tendências do mercado.
[THOMAS] Olá, sejam muito bem-vindos a mais um episódio do POD+Seguros.
Hoje vamos falar sobre um tema que está diretamente ligado à saúde financeira das empresas: a inadimplência
e como o seguro de crédito pode ajudar a proteger os negócios.
Para trazer luz sobre esse assunto convidamos o Matheus Marra, especialista em gestão de riscos e seguros de crédito na WTW.
Muito obrigado por aceitar o convite.
Nos últimos anos, o cenário econômico tem imposto grandes desafios às empresas.
Para se ter uma ideia, segundo a Serasa Experian, em 2024 o Brasil ultrapassou a marca de 6,7 milhões de empresas inadimplentes, sendo que a maior parte delas são PMEs, que sentem mais rapidamente os efeitos da crise do crédito caro.
Diante desse cenário, eu queria iniciar a nossa conversa perguntando: como a inadimplência crescente impacta o dia a dia das empresas brasileiras?
[MATHEUS] Então, acho que é um dos assuntos mais pautados hoje em dia, né?
Principalmente aqui, no seguro de crédito.
Que...
A tendência não é uma certa melhora.
Dizendo isso de um modo global, não só local, né?
A gente vê muito o aumento de inadimplência e o aumento da insolvência das empresas a nível global.
No Brasil não foi diferente.
Ano passado, em 2024, a gente teve um número recorde de recuperações judiciais no Brasil.
Tudo isso ligado às questões econômicas do país, né?
Um pós pandemia, onde na época a gente tinha muitos incentivos governamentais que acabaram.
E as empresas acabaram se tornando reféns do crédito caro, por exemplo, com as taxas de juros altíssimas e com o poder de compra um pouco mais...
Não tão forte, da população, nos dias atuais.
E aí a gente não tem, a balança não fica equilibrada.
Você tem muita dívida financeira para pagar, e pouca receita de um lado, ou pouca margem de um lado.
Então a gente fica preso àquela situação, do cliente começar a ter uma certa inadimplência, e até mesmo, em casos mais graves, não ter solução, a não ser a recuperação judicial para ganhar mais tempo, para ganhar condições mais favoráveis, ali, para pagar essa dívida, para reorganizar estruturalmente e financeiramente a empresa.
Então, para 2025, a gente espera terminar o ano, também, com um número alto de recuperação judiciais, e uma inadimplência alta.
A sinistralidade nas seguradoras de crédito também estão altas.
A gente tem casos aí, durante o ano, de recuperações judiciais também bastante expressivas, que deixaram as seguradoras com, vamos dizer assim, um prejuízo grande, em termos de indenizações pagas.
E tudo isso faz com que todo mundo fique mais reticente, mais cético em relação a fornecer coberturas, a fornecer limites, vender a prazo.
E aí a gente pode linkar com o seguro de crédito, especificamente, para mitigação desse risco.
[THOMAS] Perfeito, Matheus! É, realmente, a gente na nossa experiência aqui, lidando com o mercado a nível nacional, realmente a gente vê que isso é um efeito, é um produto que é naturalmente ligado, realmente, à situação econômica, então isso acaba afetando um pouco todos os ramos, né?
Mas isso é até um bom, uma boa transição para a próxima pergunta, que é se existe algum levantamento de quais são os principais setores que hoje estão sofrendo mais com esses atrasos e as inadimplências.
[MATHEUS] São aqueles setores que a gente está mais acostumado, que são menos flexíveis, quando a gente fala de crise, do custo do dinheiro, especificamente, de prazos, muitas vezes alongados.
Então, acho que aqueles setores já muito falados na própria mídia: o agro, que é, querendo ou não, um dos carros chefes do Brasil, mas que tem um nível de inadimplência muito alto, um nível de sinistralidade nas seguradoras muito alto.
A gente teve aí dois casos recentes de grandes empresas, como AgroGalaxy e Lavoro, que pediram recuperação judicial.
E as seguradoras estavam muito expostas no risco, indenizaram muitos fornecedores dessas duas empresas.
A gente tem o setor do varejo, que é um setor pouco resiliente e que sofre muito com oscilações econômicas, porque são empresas já muito alavancadas.
E hoje, como a gente comentou, o custo do dinheiro com a taxa de juros alta está muito caro.
E com a baixa demanda, com o baixo volume de vendas, então você pega aí, nos últimos dois, três anos, as Black Friday, as datas de sazonalidade não foram tão expressivas quanto o esperado.
Isso faz com que elas sofram muito na relação receita-dívida, em conseguir pagar o custo da operação, em conseguir pagar as dívidas, e aí acaba virando uma bola de neve, né.
E acho que a gente, sim, se for pensar nos setores realmente bem mais afetados, eu diria esses dois, não sei se você também citaria mais algum.
[THOMAS] Não, acho que em particular, Matheus, o que eu observo também é mais ou menos isso.
Claro que tem setores que são, digamos que assim, de uma forma mais perene, eles são setores mais frágeis.
Então, isso a gente vê, setores que tem mais informalidade, como, por exemplo, o setor têxtil, né?
Um setor que a gente vê sempre dificuldade de entrar, de colocar apólices de crédito, porque...
Mas aí não é tão ligado a momento econômico, mas sim à própria característica do setor, né?
Mas com certeza, eu acho que em termos de momento econômico, os setores mais afetados mesmo são esses que você mencionou, Agro, um pouco de varejo, né?
Então, com certeza.
- É... - Eu acho até que...
[MATHEUS] Desculpa te interromper, mas acho que se a gente fosse colocar um ponto hoje, atual, seria algumas empresas exportadoras, que também estão sofrendo com essas questões das tarifas dos Estados Unidos ou com o nível de inadimplência em alguns países.
Porque como eu comentei no começo, mesmo que as inflações, as taxas de juros desses países não sejam tão altas quanto o Brasil, mas se você pega, por exemplo, os Estados Unidos, se eles tiverem uma taxa de juros de 5%, é extremamente alto para eles.
- Que é o momento atual, né. - Exato.
Então as exportações ficam mais complicadas, você tem um nível de inadimplência, também, na hora de exportar.
E a gente trabalha com o produto Seguro de Crédito, também, para cobrir as vendas na exportação.
[THOMAS] E até nesse sentido, que a gente vê que, mesmo setores que não foram tão impactados e não estão sendo tão impactados por um momento econômico, eles podem muito bem ser contratantes de seguro, porque às vezes eles podem estar expostos a risco de exportação ou outras frentes também, né?
Mas, tá perfeito.
E aí, próxima pergunta, pensando agora um pouco mais para frente, né.
Esse é o momento que a gente está vivendo hoje, no Brasil, mas e quando a gente olha mais para o longo prazo, quais efeitos, será, que essas inadimplências recorrentes podem trazer para o cenário nacional?
[MATHEUS] Assim, é um...
São casos sensíveis, dependendo do tamanho da empresa inadimplente, você tem toda uma cadeia que vai ser afetada.
Então, acho que o caso mais emblemático, da Americanas, que a gente teve, mais recentemente, a gente teve aí, acho que mais de bilhão de reais indenizados pela seguradora, de um modo geral, para os fornecedores.
Agora, imagina se esses fornecedores não tivessem seguro de crédito?
O rombo que o número que o balanço desta empresa teria.
Sim, muitas nem sobreviveriam, né?
Você pode gerar, você pode ir realmente à falência, assim, da noite pro dia, se um grande comprador do seu portfólio entra em default ou deixa de te pagar.
Isso vai comprometer o seu fluxo de caixa.
Isso vai comprometer a saúde financeira da sua empresa e, pode sim, levar a falência.
Acho que a gente tem aqui um caso também muito emblemático, que aconteceu agora, dois meses atrás, mais ou menos.
Um cliente nosso optou por contratar o seguro de crédito no final do ano passado, pela primeira vez, porque ele tinha um cliente que era, vamos dizer assim, 70% do faturamento do nosso segurado vinha de vendas para esse comprador.
E quando a gente fechou apólice, o risco desse comprador era um risco baixo.
As seguradoras não tinham uma visão ruim do risco, tanto que concederam, na época, acho que R$65 milhões de cobertura, em caso de inadimplência.
E há dois meses atrás essa empresa entrou em recuperação judicial da noite para o dia.
Por causa de um escândalo envolvendo a gestão da empresa.
Se não tivesse sido o seguro de crédito, o nosso segurado provavelmente teria...
fechado as portas, né?
Eu assim, para não falar pior, acho que no mínimo isso.
Então você vê a importância, a operação do cliente vai continuar, vai se manter, eles estão renovando apólice, porque eles vão receber indenização e eles não vão ter o fluxo de caixa comprometido.
Então, a depender do nível do volume da inadimplência, as empresas podem sim ser afetadas financeiramente e até fecharem as portas.
[THOMAS] Sim. Faz todo sentido.
E acho que esse é um dos principais argumentos que a gente usa aqui no nosso dia a dia para buscar novos clientes de seguro de crédito.
É isso, é um ativo sobre o qual a empresa não tem controle.
É um ativo que está 100% na mão dos seus compradores.
E claro, não tem como você controlar o seu cliente.
Se o cliente, da noite para o dia, der um default, você não poderia ter feito nada para de fato impedir essa inadimplência, você pode se resguardar, mas não impedir que aconteça.
Então, é uma...
É um argumento bem aplicável a praticamente todas as empresas que vendem a prazo, que tem uma carteira de recebíveis.
Elas têm esse tipo de exposição.
Com certeza.
Mas, é isso aí. Muito bom.
E é nesse cenário que surge o seguro de crédito?
E como que ele funciona na prática?
Acho que a gente já até começou a falar um pouquinho, né?
Mas, se quiser se aprofundar um pouquinho, Matheus.
[MATHEUS] Eu gosto de comentar assim, o seguro de crédito, ele costuma ser mais visado nesses momentos de crise, onde as empresas começam a ter um número maior de inadimplentes no portfólio e querem buscar essa solução para resguardar.
Só que a gente aqui, como consultor, a gente tenta evitar que a procura seja só em momentos de dificuldades, porque aí, eu sempre faço essa analogia, acho que o Thomas também já tá cansado de ouvir, fazer o seguro para o carro batido, né?
A seguradora não vai aceitar o risco se o problema já estiver instaurado.
Então o seguro de crédito, ele é justamente para prevenir que você tenha problemas com inadimplência no futuro.
Quando você fornece um pagamento a prazo para um cliente seu, a partir do momento que você deu um dia, dois dias de prazo para te pagarem, você já corre o risco de crédito.
Você já corre o risco.
Então, acho que é importante esses casos também, que aconteceram, como Americanas e esse outro que eu comentei.
De empresas sólidas financeiramente, que não se via risco de inadimplência, quebrarem da noite para o dia, deixando muita gente na mão.
Então, o seguro de crédito, você contrata uma apólice guarda-chuva para o portfólio, para uma carteira selecionada, né?
Aí vai do segurado entender qual é o melhor funcionamento da apólice.
Então, a gente pode colocar todo o portfólio, quanto aos principais riscos, quanto à alguns riscos da carteira.
E aí a seguradora vai analisar o portfólio desse segurado, ela vai entender o quanto ele precisa de cobertura para cada um dos compradores, a partir das vendas que são realizadas para esses compradores.
E a partir disso, ela gera uma cobertura individual, para cada comprador do portfólio do segurado.
Tendo essa cobertura e acontecendo a inadimplência, a gente tem sim cobertura pela seguradora e a indenização, caso seja preciso.
Por que que eu falo: "Caso seja preciso?" Porque a gente também tem a seguradora como uma agente de cobrança e recuperação para auxiliar o segurado antes de indenizar.
Então, quando não é uma RJ, a seguradora vai fazer todo o trabalho de cobrança e recuperação, em nome do cliente, para tentar reaver o valor da dívida e reavendo, ela faz o repasse para o segurado.
Já em RJ, o que é interessante, é que como não tem um processo de cobrança, tudo vai para o processo de RJ, vai entrar na malha dos credores parceiros, tem toda aquela negociação jurídica e legal, a seguradora, ela antecipa a indenização, então, a partir do momento que você abre o sinistro, você recebe em até 30 dias, com todas as documentações estando em ordem, e o seu fluxo de caixa é salvo pela indenização da seguradora, algo que você ia receber na RJ, sei lá, em cinco, dez anos, - com deságio. - Tem isso, né? Se receber.
Um deságio gigantesco, você recebe em 30 dias.
A gente fala, se você tem uma carteira que você vende a prazo, independente do prazo que você vende, você vende no B2B, né?
Venda de CNPJ pra CNPJ, você já é elegível a contratação do seguro de crédito.
O estudo do seguro de crédito já pode ser feito.
[THOMAS] Perfeito! E até voltando um pouquinho no que você tava dizendo, a gente sempre busca, com as nossas iniciativas, de trazer novos, angariar novos clientes, aqui para a parte de crédito da WTW, focar muito nesse ponto que você trouxe de...
De não fazer seguro para carro batido, né?
Falar com clientes que hoje estão sadios, hoje estão operando bem e que querem manter essa saúde financeira e enxergam que o que está bom hoje e o que esteve bom por um passado, enfim, a perder de vista, pode não estar bom amanhã, né?
Então eu acho que é sempre mais legal a gente chegar nesses clientes assim, porque acaba que a gente consegue condições melhores também, né?
- Mais atrativas. - Com certeza.
Porque o histórico recente não prejudica.
Mas isso, eu acho que é até um pouco mais amplo, isso é uma mudança de paradigma meio de mercado nacional, o brasileiro pensar em contratar seguro, de um modo geral, antes que surja o problema, como uma prevenção.
Mas aí acho que seria uma divagação para outro podcast, para outro assunto.
Mas tá show.
E aí de novo, um pouco do que a gente já falou, mas se quiser se aprofundar um pouquinho mais nos benefícios estratégicos de ter um seguro de crédito, né?
Já começamos a falar um pouquinho, mas pode desenvolver, Matheus, um pouquinho, por favor.
[MATHEUS] Eu acho que é um benefício que pouca gente fala, mas que para mim, é um dos principais fatores do seguro de crédito, que é a alavancagem de vendas, né?
Você tem o seguro de crédito, principalmente em uma pequena, média carteira, muitas vezes, você não tem tanta informação sobre aquele comprador, você não tem um histórico, você não tem uma DF atualizada, um demonstrativo financeiro recente, para ver a saúde financeira do comprador.
E aí você não tem aquela garantia de conceder o crédito e vender a prazo.
E aí você acaba não executando uma venda ou você tem que vender a vista num valor menor, né?
Porque aquele comprador também não consegue pagar um volume tão grande, a vista.
E aí, com o seguro de análise da seguradora, a gente consegue alavancar essas vendas.
A gente tem algumas ferramentas dentro da apólice que facilitam esse faturamento adicional nos compradores medianos, também.
A gente pode, talvez, tem vários temas para próximos podcasts envolvendo seguro de crédito.
Com certeza.
Mas, a gente costuma dizer assim, o seguro de crédito é muito mais um investimento do que um custo.
Então, o prêmio que hoje se paga, muito provavelmente, ele vai ser compensado nessa alavancagem de vendas que a apólice te permite.
Então, se hoje você tem um cliente que você consegue fornecer, por exemplo, R$100.000 de limite de crédito para ele, e ele quer comprar mais, ele quer aumentar esse limite de crédito com você e você não está confiante, se você tem uma seguradora por trás que fala: "Tudo bem, eu consigo te dar 200.000 de limite ao invés de 100.
Pode vender mais para eles que você tem cobertura." Se você fizer isso para sua carteira como um todo, muito provavelmente suas vendas vão sim alavancar, esse custo do seguro, em teoria, vai ficar irrisório frente ao que você conseguiu de faturamento adicional com essas novas vendas.
Então, quando você tem um parceiro, uma segunda visão sobre o risco e que te fornece essa proteção, você consegue ser mais agressivo.
E aí você consegue faturar mais, ter mais receita.
Então, eu gosto muito de falar sobre esse benefício adicional, que está um pouco escondido ali, que quando a gente fala seguro de crédito é muito proteção dos recebíveis, mas que ele não deixa de ser uma ferramenta financeira.
[THOMAS] Com certeza.
E de novo, um efeito aí que você descreveu, que se aplica à grande maioria dos nossos prospectos.
Quer dizer, quem não está buscando crescer e acelerar o crescimento, expandir os horizontes.
Toda empresa que está buscando lucro, está buscando crescimento, vai se beneficiar de uma ferramenta dessa.
Então é um argumento super forte que a gente usa bastante, né?
E aí, Matheus, já estamos nos aproximando do final, aqui.
Mas para encerrar, a última pergunta que temos para fazer para você, qual que é o papel do seguro de crédito no futuro?
E qual que é a sua mensagem para os gestores, que seriam os contratantes.
[MATHEUS] Olha, o Brasil...
Eu gosto também dessa frase, é um país que não é muito para amador, né?
A gente tem muitas inconsistências, a gente tem muita volatilidade econômica, política.
Então, assim, hoje a gente já viu que o seguro de crédito beneficiou e resguardou muitas empresas quando tiveram perdas expressivas ou perdas em grandes quantidades dentro do seu portfólio, e que mantiveram as operações saudáveis da empresa.
Então, como você também comentou, como a gente falou no começo, o ideal é que se procure essa proteção enquanto as coisas estão fluindo bem, porque a gente consegue condições mais interessantes, a gente consegue adequar o portfólio de uma maneira mais, de uma maneira ideal dentro da seguradora, e isso vai fazer com que você tenha um processo interno, você tem uma tranquilidade muito...
muito melhor, que você esteja muito mais tranquilo no seu dia a dia, nas suas vendas, no seu fluxo de caixa, no seu balanço.
Sabendo que você tem uma parceira por trás.
Então a mensagem é basicamente aquela, não deixe o carro bater para você ir atrás de um seguro.
Faça com que isso seja uma rotina, que você use a apólice do seguro de crédito como rotina para deixar sua empresa mais segura, para deixar a sua empresa em um momento ali, resguardada, podendo dormir, vamos dizer assim, colocar a cabeça no travesseiro à noite, sem se preocupar com o amanhã, se você vai receber ou não.
Então não temos um cenário tão favorável para o ano que vem, a gente tem eleições no Brasil, as taxas de juros tendem a cair, mas também ainda num patamar acima dos dois dígitos, pelo que é esperado.
Espero que melhore ainda mais.
Mas não é um cenário tranquilo, confortável e quem realmente demorar muito para entrar no seguro de crédito pode não conseguir o que realmente precisa e aí sofrer com coberturas, inadimplências e indenizações.
[THOMAS] É isso aí. Ou seja, o momento é o quanto antes, né Matheus?
Acho que esse é o recado, né?
É isso.
Maravilha. Obrigado, Matheus, pelo teu tempo, pela tua participação no POD+Seguros.
[MATHEUS] Obrigado. Eu que agradeço.
[THOMAS] É isso aí. É você que nos ouviu até aqui, obrigado pela companhia, e continue acompanhando o POD+Seguros para mais conversas que inspiram e transformam o futuro dos negócios.
Até a próxima!
[VINHETA] Obrigado por participar do WTW POD+Seguros.
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